Não! Não acabou!

Postado em 5 de mar de 2014 / Por Marcus Vinicius Nenhum comentário

O Contra a Correnteza não acabou, por mim nunca acabará. Ele apenas continua aqui: http://www.marcusviniciusmotta.com

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Nossa aventura mal começou.


Uma estrela de Hollywood provando do próprio veneno politicamente correto

Postado em 26 de fev de 2014 / Por Marcus Vinicius Nenhum comentário

Se eu sou homofóbico? Preste atenção, eu trabalho no show business. Eu vivo cercado por gays, que são colegas e amigos. Eu fui o mestre de cerimônia do casamento de um casal de amigos gays. Eu não sou uma pessoa homofóbica, mas é assim que o mundo me vê agora."

Assim Alec Baldwin escreveu em uma carta aberta onde anuncia o desejo de se "afastar da vida pública". Essa declaração foi mais um ato d
o teatrinho que acontece desde que o ator dirigiu "insultos homofóbicos" para um paparazzo que o perseguia na rua.

Baldwin assumiu que conhecia o paparazzo que o perseguia e que, certa vez, correu atrás de sua esposa enquanto ela andava de bicicleta. Ao tentar fugir, ela caiu e machucou a perna. Segundo o ator, o fotógrafo riu da situação.

Quem conhece o "trabalho" desse tipo de fotógrafo sabe que se trata, talvez, de um dos maiores desperdícios de oxigênio da humanidade ao lado de políticos e revolucionários socialistas. Não é preciso ir muito longe para concordar que "viado" ou "bicha louca" são expressões até brandas para se dirigir a um sujeito que persegue gente famosa como se fosse uma caça, infernizando sua vida e causando o maior estresse possível na tentativa de obter uma foto.

O problema é que Alec Baldwin resolveu mexer com a vaca sagrada do politicamente correto dos dias de hoje, que é "o gay". Fale mal de Deus, de crianças, de historias da Disney, de lasanha, mas não ouse contrariar um gay que o mundo desaba.



Você pode ter amigos gays, conviver com gays desde que se entende por gente, jamais ter destratado um gay só pelo fato dele ser gay (o que exclui maltratar um gay pelo fato dele ser um gay E um filho da puta, um gay E um caloteiro, um gay E um cretino, mas note, o problema aí é o cara ser filho da puta, caloteiro e cretino e não gay), enfim, você pode ser uma pessoa que mal vê esse tipo de característica quando observa um indivíduo, mas se cair na besteira de dizer que é contra qualquer uma das "causas" defendidas pelo "movimento gay" ou mesmo ferir algum preceito do politicamente correto estabeleceu para lidar com gays, pronto, você é "homofóbico" e acabou.

Eles decidem isso por você e não há nada que se possa fazer, apenas esperar que logo, logo, o politicamente correto resolva proteger focas e leões marinhos e te deixem em paz. A menos que você resolva declarar algo contra tais animais, como, por exemplo, dizer que leões marinhos não voam.

Leões marinhos não voam mesmo, mas o politicamente correto dirá:

- Você está querendo limitar a liberdade do leão marinho ser quem ele desejar só por causa da sua condição de obeso animal do oceano? E se ele quiser voar, qual é o problema? Leãomarinhofóbico!

Mas voltando ao assunto, Alec Baldwin reagiu como a maioria das pessoas reagiria num momento de tensão. Xingou o cretino que o infernizava, mas perdeu o emprego e o sossego por isso. A patrulha é ativa, a patrulha é estridente, a patrulha é incansável, a patrulha acredita mesmo que inferniza os outros em busca de um "mundo melhor".

Na próxima, que o Baldwin brigue com um leão marinho. Desde que não chame o bicho de bicha.

Brinquedo de menina, brinquedo de menino

Postado em 12 de fev de 2014 / Por Marcus Vinicius Nenhum comentário

"Henry Jerome "Jerry" Brudos (1939-2006), quando criança, sua mãe o vestia com roupas de menina e o tratava como uma. Assassinou quatro mulheres. 

Ottis Toole (1947-1996), seu irmão o vestia como menina, na infância. Cometeu, no mínimo, seis assassinatos. 

Daniel Barbosa (1930), sua madrasta o vestia como menina e o expunha aos seus amigos de infância. Pode ter matado mais de cento e cinquenta meninas. 

Henry Lee Lucas (1935-2001), sua mãe o mandava para a escola com roupas de menina. Foi condenado pelo assassinato de onze pessoas, mas o número de vítimas pode ser muito maior."

Leonardo Sakamoto acha que "por um mundo melhor" meninos deveriam brincar de boneca.

Sabendo que Sakamoto acha que não devemos julgar uma mulher pelo que ela tem no meio das pernas - uma estrovenga, por exemplo - tenho certeza que "por um mundo melhor" o Sakamoto e a esquerda farofeira deveriam deixar nossas crianças em paz.

Muita gente por aí acredita que tudo é "construção social", inclusive os gêneros, daí que torna-se irresistível para eles querer reprogramar todo mundo do jeito que acham certo. Não vou negar que a identidade de gênero seja, sim, também uma construção social. Comportamentos masculinos e femininos variam de sociedade para sociedade, mas achar que se trata apenas disso é algo que soa como música aos ouvidos de quem vive perseguindo a criação de um "novo homem".


Já ao nascer homens e mulheres são, sim, diferentes. Esta, aliás, é a primeira escolha que fazemos (ou a biologia faz por nós), reafirmando sermos algo através da negação do que não somos. Boys have a penis, girls have a vagina.

Meninas e meninos portanto SÃO diferentes entre si já desde o início da vida, antes mesmo de saberem disso. Se vão querer sentar na boneca ou virar caminhoneiras mais tarde, serão outros fatores da vida a determinar, mas pretender incutir nas crianças desde cedo uma educação "livre de gênero" não é educar, mas confundir.

Alguns podem argumentar "mas se não é só construção social, por que não dar bonecas aos meninos?", a resposta é simples: porque não é natural fazer essa escolha por eles. Pesquisadores como Annica Dahlström, 
Germund Hesslow, Simon Baron-Cohen e Richard Udry demonstraram diferenças fundamentais entre o funcionamento da mente masculina e feminina, em uma esfera fora da influência da pura construção social.

Cohen demonstra em seus estudos que "a mente masculina é atraída mais facilmente por sistemas e para entender como eles funcionam. Já o cérebro feminino presta mais atenção às emoções" e afirma que as diferenças entre o cérebro masculino e feminino são uma mistura de experiência de vida e de herança genética, mas que encontramos diferenças entre homens e mulheres já no nascimento, antes que eles possam ter qualquer experiência. 

Udry comparou os níveis de testosterona nos fetos femininos com a atitude e comportamento das mesmas pessoas 30 anos mais tarde. Ele verificou que há uma conexão entre o nível de testosterona durante a altura fetal e o nível de comportamento masculino/feminino nos seus 30 anos. Níveis elevados de testosterona durante a fase fetal correspondiam a comportamentos menos femininos e atitudes menos femininas.


Pesquisadores da City University London espalharam brinquedos a cerca de um metro de distância de 90 crianças com idades entre os nove meses até os 36 meses. Ao observar o seu comportamento, notaram que os meninos passavam mais tempo brincando com carros e as meninas com bonecas, no que sugeria um "viés intrínseco" de comportamento.

Poderia passar muito tempo aqui citando pesquisas e mais pesquisas (que certamente possuem outras pesquisas contestando-as), mas o fato é que não se pode afirmar categoricamente que o gênero seja apenas uma construção social e nem negar peremptoriamente que esteja presente na biologia de cada ser humano. 

Oferecer bonecas aos meninos e carros para as meninas, dando a estes brinquedos uma representação de algo que seria do sexo oposto mas que "é normal que ele/ela brinque com eles" por si só já determina que existem brinquedos de meninos e meninas, regra social que você pretende fazê-los "transgredir" para "ensinar" que não devem se ver como homem ou mulher, mas como "pessoa".

O problema é que nunca ouvi falar de gente que ensina aos seus filhos que ser homem ou mulher o faz deixar de ser pessoa ou que isso os inclui automaticamente numa guerra dos sexos que precisa determinar quem é o dominador, para que este seja subjugado. Isso é coisa do politicamente correto, do feminismo, já promovendo a divisão e a "luta" entre as pessoas sempre dentro do par binário opressor-oprimido.

Dê uma boneca ao seu filho, faça com que ele seja um homem feminino, tire um soldado do exército do "dominador". Quão doentio é um pensamento desses?

Para se ter uma noção do ridículo, a loja Top Toy, da Suécia, representante no país da americana Toys "R" Us, foi obrigada por uma gritaria militante a publicar em seu catálogo fotos de meninos brincando de cozinhar e de meninas brincando com armas. Trata-se o masculino como "privilegiado" e então as mulheres precisam se inserir nesse modo de vida privilegiado a partir da emulação de comportamentos masculinos. Como bem diz o português Orlando Braga em um texto sobre o assunto, "sendo o ser humano sexuado, ou seja, produto da união de dois sexos, ele deverá renunciar a ser aquilo que é na origem: uma união das diferenças de dois sexos. Ele não encontrará sua identidade senão identificando-se com aquele que, na origem, é como ele e renunciando aquele que não é como ele, mas que também está na sua origem".

Daí que a masculinidade precisa ser "confirmada", porque ao contrário da mulher que nasce do corpo de um ser igual ao dela, o homem nasce de um corpo de um ser do sexo oposto ao dele. Por isso que essa feminilização do homem que vemos atualmente é uma aberração construída pela esquerda que não traz nada de bom à sociedade.

A escritora americana Camille Paglia, em recente entrevista à revista Veja, declarou que "as mulheres reinam nos domínios emocional e psicológico. Valores femininos como cooperação, sensibilidade e compromisso hoje são promovidos em todas as escolas públicas dos Estados Unidos e do Reino Unido. Fico preocupada com isso. Não é responsabilidade escolar moldar ou influenciar o caráter dos alunos".

Segundo a escritora, a masculinidade encontra-se numa encruzilhada, já que os homens não conseguem se diferenciar das mulheres o que, no final, é ruim até mesmo para elas, que passam o tempo todo pedindo a eles que sejam o que não são - sensíveis, sentimentais, "femininos" - e no final das contas, quando eles se tornam o que não eram, elas já não os querem mais, dizendo "ah, meu marido parece mais o meu filho, eu quero um homem e não um filho".

Brincar com carrinhos e armas não fará o menino ser um machista espancador de esposas. Brincar de cozinha não transformará a menina automaticamente numa submissa que passa o dia na cozinha. Assim como meninas brincarem de carrinhos e meninos com bonecas não os transformarão em lutadoras de sumô e dubladores da Cher quando crescerem. Talvez deixar que ELES escolham seja uma boa opção, podendo mostrar, sim, que existem brincadeiras de meninos e de meninas, sem coagir, sem pressionar e sem recriminar suas escolhas, sejam elas por armas ou conjuntos de panelas.

Essas brincadeiras os ajudam a encontrar seu espaço, sua identidade, o papel que a sua genética o empurra a cumprir. Isso não quer dizer que ele estará preso a isso, apenas que sua educação não agirá de forma contrária à sua natureza, confundindo a sua cabeça ao invés de oferecer instrumentos para que percorra o seu desenvolvimento pessoal. 

Homens e mulheres são diferentes sim. Ponto. Aceite esse fato e deixe as bonecas e os carrinhos em paz.

Chega de fiu-fiu por quê, gostosa?

Postado em 5 de fev de 2014 / Por Marcus Vinicius Nenhum comentário

Chega de fiu-fiu.

Volta e meia recebo algum texto (geralmente prolixo) "explicando" porque um homem chamar uma mulher de "linda" na rua é pior do que um menor de idade esfaquear a família inteira e postar o vídeo no YouTube.

Sim, porque as mesmas pessoas que acham um fiu-fiu a oitava praga do apocalipse geralmente são contra a redução da maioridade penal. Mas entrei num assunto quando queria falar de outro, voltemos ao que interessa.

Invariavelmente a feminista em questão vai rechear sua crítica inclemente às cantadas com relatos de estupro, agressão e  de medo de estupro e agressão.

Ora bolas, entre um "que gatinha" e um "te como toda" existe toda a diferença entre uma cantada e um sem-noção-mal-educado-quiçá-psicopata. Só que elas ignoram isso argumentando que por trás do "que gatinha" pode haver uma entonação, um olhar ou mesmo uma intenção que sugira um estupro ou uma agressão.

Entramos então no terreno da transmissão de pensamento. O homem, mesmo não sendo um estuprador/agressor, não tem como demonstrar isso, então a solução é simplesmente calar-se, não fazer mais, ceder à emasculação a qual é submetido.

Não digo isso porque penso que dar cantadas sejam um direito dos homens. Você elogia alguém assim como pode criticar, a forma com que a pessoa vai reagir é que é desconhecida. A menina pode te dar um sorriso ou ao ouvir um "qual o telefone do cachorrinho?" responder dizendo "por que, sua mãe tá no cio?".



Ah, mas aí o cara vai e agride. Nesse caso não foi a cantada o problema, mas um sujeito que é um marginal, já que agressão é crime. 

Elas usam esse expediente do estupro como um recurso retórico para vencer o debate, afinal, quem vai ser a favor de um estuprador? "Estava numa rua escura e ele me chamou de linda, morri de medo de ser estuprada", "você só acha normal porque não anda por aí com medo de ser estuprado", etc., etc.

Novamente: a distância entre uma cantada e uma agressão ou um estupro é a mesma que existe entre uma feminista gorda de cabelo no sovaco que propaga essa paranoia de "estupradores everywhere" e uma mulher bem resolvida.   Não dá para colocar um cara que chama a mulher de gostosa na rua no mesmo balaio de um Jason do Sexta-Feira 13 sob o efeito de 10 Viagras. Você pode até disseminar a idéia de que usar a educação para elogiar as moças na rua inclusive aumenta suas chances de sucesso.

Como diz o meu irmão, certas cantadas não ajudam o cara a pegar mulher nem no necrotério.

A mulher deve se precaver, deve estar alerta, preparada para se defender. Dizer isso não é "naturalizar o estupro", senão recomendar ao cidadão que tenha cuidado ao sair de casa seria "naturalizar o assalto". É tudo questão de bom senso.

Mas bom senso é exatamente o que falta no "movimento feminista" , que fica com raiva quando chamam de feminazi, mas agem cada vez mais de acordo com o apelido de mau gosto.

Toda unanimidade é burra, até essa

Postado em 29 de jan de 2014 / Por Marcus Vinicius Nenhum comentário

Difícil encontrar um brasileiro alfabetizado (e alguns até não alfabetizados) que não conheça a frase de Nelson Rodrigues "toda unanimidade é burra".

Um dos maiores frasistas do mundo, duvido muito que o mestre realmente acreditasse nisso ou que desejasse dar ao brasileiro mais um desses chavões que encerram discussões, ao estilo de "política e religião não se discute"

Nelson gostava da frase de efeito, provocativa, afinal de contas se todo mundo concorda que toda unanimidade é burra, isto não deixa de ser outra unanimidade.

Mas vamos em frente.



Algumas unanimidades, pelo menos algumas, são mesmo burras (a militância do PT está aí para não me deixar mentir). Sem contar que a busca obsessiva por um unus animus engessa o debate, emburrece mentes, tolhe avanços.

Se eu gosto de verde e você de azul, excelente, sinal de que não somos daltônicos e nem dois robôs programados para ver tudo igual. Pode ser que conversando a gente descubra que adora o laranja ou que detestamos igualmente o vermelho.

Só que as pessoas, e especialmente os brasileiros, não sabem conviver com isso.

- Discorda de mim? Vou te denunciar, vou te deletar, vou espalhar por aí que você votou no Haddad!

O rei na barriga

Um vídeo, aliás, mais um, virou sucesso na internet. Nele uma menina esquece a coreografia de uma dança e começa a dançar por conta própria, bagunçando a apresentação e arrancando risos da platéia.


Pode ser que fosse proposital, tudo bem, mas não está sendo encarado como se fosse e o que conta é mais a reação das pessoas do que o vídeo em si.

Uma menina resolve não seguir a coreografia ensinada (ou não sabia, sei lá) e dança do jeito que bem entende no meio de uma apresentação.

Onde alguns vêem espontaneidade eu vejo falta de disciplina pura e simples. Hoje temos essa mania de ensinar a todos desde cedo o quanto são especiais e que tudo o que fazem é "bonitinho".



Ensinar auto-estima é uma coisa, mas achar que indisciplina é "bonitinho" é outra completamente diferente.

A garotinha estragou a apresentação das colegas, tornou-se indevidamente o centro das atenções e ainda que não tenha culpa alguma disso (é uma criança, não nasceu sabendo), adultos que saem por aí achando isso legal (e incentivando) estão na verdade criando pessoas sem o menor apreço pelos que os cercam e sem limites.

É o rei na barriga como filosofia de vida.

Link da notícia: http://tecnologia.terra.com.br/internet/hits-da-web/videos/,492240.html

O problema do Brasil é um bom analista

Postado em 22 de jan de 2014 / Por Marcus Vinicius Nenhum comentário

A tal "classe média" sofre de síndrome de Estocolmo em relação à esquerda farofeira. 

Essa mesma esquerda que debocha de valores como família, propriedade, mérito, segurança pública, que são as próprias bases do modo de vida da classe média.

Essa esquerda que é cortejada e admirada pela classe média desde sempre, mas enche de aspas seu discurso quando se refere às "pessoas de bem', já que definir-se assim, como pessoa de bem, é "feio", ainda que a pessoa seja realmente de bem.

A esquerda foi colocando na cabeça da "burguesia" que ser de classe média é não só um pecado mortal, como razão para se envergonhar. Que botou na cabeça dessas pessoas que sentir raiva de assaltantes é egoísmo com os "excluídos", é colocar bens materiais acima da vida de uma vítima da sociedade.

E é essa classe média dita esclarecida que elege ou ajuda a eleger seus próprios carcereiros.

O povão, esse que a esquerda diz defender, vota mesmo é no Sarney, no Collor, no Renan Calheiros, no Joaquim Roriz.

Quem elege a esquerda e convence o povão muitas vezes a embarcar na sua onda é a classe média.

A classe média que viu suas cidades serem favelizadas pela esquerda, que viu a criminalidade ser cevada pela esquerda, que viu bordões fáceis e verdades burras virarem lei pela doutrinação ideológica da esquerda.

"A solução de tudo é a educação", "favela não é problema", "bandidos são excluídos", "a imprensa é golpista", "violência só gera violência", "todos os políticos são farinha do mesmo saco", etc, etc.


Foi essa classe média acuada, vítima principal da tunga de governantes e de deboches dos seus puxa-sacos - "classe média sofre" - que elegeu e elege gente como Brizola, Chico Alencar, Marcelo Freixo, Ivan Valente, Maria do Rosário, entre outros. É a classe média que sai por aí votando nas mesmas pessoas cujo seu estilo de vida é a missão de cada um destruir. 


Quem transformou o uso de uma estrela do PT na lapela em símbolo de "esclarecimento político", vejam só vocês, um partido liderado por um sujeito que sempre fez questão de desprezar o estudo, foi a classe média universitária, que depois, arrependida, correu para o PSOL, que é o PT sem senso do ridículo.

São os engajados que deixam uma barbinha ou o cabelo no sovaco crescer e vão berrar contra seus próprios pais, os burgueses que pagam todas aquelas viagens, livros, cervejinhas no bar da faculdade, smartphones, laptops e demais luxos capitalistas.

Idolatram comunistas e pseudo-comunistas que só querem algum naco de poder para viverem o luxo que só o dinheiro público subtraído pode proporcionar.

Defendem cota racial porque se acham devedores de uma dívida imaginária, Trocam o sobrenome para Guarani-Kaiowá, porém o mais perto que chegaram de um índio na vida foi num bloco de carnaval. Apoiam a ditadura de Cuba, mas até hoje só conhecem Miami. Acham o tio que vai pro trabalho de Fusquinha um alienado que não se preocupa com o meio ambiente, mas vão para a faculdade numa bicicleta importada de 3 mil reais.

São a incoerência personificada num chinelo de couro, bolsa peruana e precisando de um banho.

São, entre outros, brancos de bairros de classe média que ouvem e idolatram músicas dos Racionais, que dizem coisas como "enquanto isso playboy folgado, anda assustado, deve tá pagando algum erro do passado, assaltos, sequestros, é só o começo
a senzala avisou, o mauricinho hoje paga o preço". Mas tudo bem, eles tem "consciência social".

Detestam o bandido de terno (com razão), mas morrem de amores pelo bandido da favela, porque acham aquilo tudo "romântico".

Me digam, tem coisa mais estúpida do que isso? É como um dono de fazenda usar boné do MST, é ter uma paixão degenerada por quem te odeia e quer te destruir.

Concluo que o problema do Brasil não é educação, é falta de um bom analista.

O rolezinho do pobre alegórico

Postado em 15 de jan de 2014 / Por Marcus Vinicius 2 Comentários

Por que quando pensa em pobre, todo marxista de casco e ferradura só consegue imaginar uma pobreza alegórica?

Essa dúvida começou a me perturbar na época do "churrasco de gente diferenciada", quando um bando de esquerdopatas resolveu fazer um churrasco em Higienópolis para "esfregar pobreza" na cara da "burguesia".

A onda de rolezinhos em shopping centers e a adesão histérica a eles por parte desociólogos, antropólogos, ongueiros, estudantes profissionais, esquerdistas farofeiros e demais projetos de Che Guevara de apartamento só aumentou o tamanho do questionamento.

Sempre que falam em incomodar a burguesia, note bem a palavra, INCOMODAR, eles necessariamente falam em preto, pobre, "cheiro de povo", frango com farofa, pão com mortadela (disso eles entendem), roupas bregas, chinelos de dedo, gritaria, música ruim, favela, barraco, funk pornográfico, etc, etc.

Tal qual esses pervertidos sociais que são os gringos que PAGAM para ver favelas e pobreza como se aquilo fosse um zoológico, essa gente não consegue admitir que um pobre, preto ou branco, possa ser alguém educado, que não sai por aí fazendo piquenique em corredor de shopping, que fale baixo, se comporte educadamente, que tenha bom gosto e asseio pessoal.

Parece que um pobre educado é menos pobre e menos digno de "defesa" do que o pobre cenográfico, que se comporta como ELES esperam que um pobre se comporte.

Chinelo de dedo, cecê, pão com mortadela, boca suja de farofa gritando e correndo pelos corredores de um shopping center, isso, para esquerdistas degenerados (e qual não é?), é que é um pobre de verdade.



Eles PRECISAM disso para se sentirem superiores, afinal, só alguém muito bom, que defende o bem e o belo, pode gostar de algo que é desagradável para qualquer um que não tenha sido molestado intelectualmente por professores marxistas no Ensino Médio ou Superior.

Não é outro o motivo deles adorarem gente ignorante, quanto mais ignorante, bronca, "coitadinha", melhor. Alguém que saiba se defender e lutar por seus direitos sem esperar que ninguém lhe DÊ coisas não é interessante para gente que passa a vida cometendo atrocidades e dizendo que o faz em "defesa dos coitadinhos".

Dito isso, quem são os preconceituosos? Não conheço ninguém normal, veja bem o que eu disse, normal, que se incomode com um preto, um pobre ou um rico sentado ao seu lado numa praça de alimentação.

Se a pessoa está ali cuidando da vida dela, sem fazer berraria, sem extrapolar sua individualidade, sem agredir ninguém com gestos ou palavras, sem correr em bando como uma horda de bonobos pelos corredores, não tem porque "incomodar" ninguém.

O brasileiro então possui uma tolerância para certas coisas acima da média, basta ir no cinema durante o período de férias escolares para ver o que bandos de adolescentes fazem sem que ninguém chame a polícia.

Esses rolezinhos não são tentativa de inclusão, não são justiça social e nem processo de aceitação algum. Isso é coisa de punheteiro mental, de vagabundo esquerdista insuflando cabeças-oca para mais um round da sua degenerada "luta de classes".

Os preconceituosos são eles, que pensam que pobreza é sinônimo de inconveniência, conflito, mal-estar.

Pobreza não é isso, o nome disso é esquerdismo.

Se for sua vontade, torça pela Argentina na copa, ninguém tem nada a ver com isso

Postado em 8 de jan de 2014 / Por Marcus Vinicius 1 Comentário

Outro dia vivi uma situação curiosa. Chegou o sorteio da Copa, o assunto dos jogos fatalmente veio à tona e alguém veio me perguntar:

- E aí? Será que o Brasil leva essa?

Ao que respondi:

- Não sei, espero que não, vou torcer pela Argentina.

- Que isso! Que absurdo! Um brasileiro que faz isso é um lixo.

O problema é que, ainda que não seja um internacionalista, acho esse negócio de torcer automaticamente pelo Brasil em tudo uma tremenda idiotice.

Eu detesto a CBF, não vou com a cara da maioria dos jogadores, por que raios então eu deveria torcer pela seleção brasileira?

Dá para ilustrar isso com outra história também curiosa.

Tenho um colega que é um negão alto, super gente boa, sem nenhum tipo de neurose quanto à cor da pele dele. Sob todos os aspectos que você possa imaginar ele é um cara legal.

Quem me conhece ou me lê constantemente sabe que sou contra cotas raciais, posicionamento que eu externo onde for e assim o fiz em sala.


Logo que terminou a aula um outro cara, também preto, foi falar com ele algo do tipo "não se aproxime desse cara, ele é racista, nós precisamos nos unir" ao que o meu colega respondeu "pô, cara, obrigado pelo aviso".



E veio me contar a história dizendo mais ou menos o seguinte "vê se eu vou ficar amigo de alguém só porque o cara é preto que nem eu, eu hein", ou seja, ele achou aquilo ridículo.

Eu vejo a pessoa. Não penso coisas como "é um branco filho da puta" ou "é um preto gente boa", mas sim "é um filho da puta" ou "é um cara gente boa".

Não sei como alguém pode dizer que não é racista e ficar nessa "100% negro", "nós brancos", "meu povo", "minha raça". Uma coisa é dizer "estão assassinando brancos na África" ou "estão discriminando negros no sul dos Estados Unidos", mas se enxergar como se fosse apenas uma cor de pele ao invés de uma pessoa não dá.

Sou muito criticado por ter essa idéia de focar na pessoa e não nesses aspectos dados, porque não tenho solidariedade imediata nem por quem é brasileiro, por exemplo.

Sabe esse papo? "Temos que valorizar o que é brasileiro"? Comigo não. Eu valorizo o que é para ser valorizado, seja de que país for, e não dou o menor valor ao que não tem.

Pra mim existem humanos que eu gosto e humanos que eu não gosto e geralmente eu não gosto de humanos "militontos", seja de que causa, partido, raça, nacionalidade, opção sexual ou time de futebol for.

Gente engajada é um saco.

Tratorando o funk (literalmente)

Postado em 1 de jan de 2014 / Por Marcus Vinicius Nenhum comentário

Um sujeito desesperado com o barulho de um baile funk resolve pegar um trator e acabar com a bagunça. Sinceramente não tenho como não simpatizar com ele.

O brasileiro tem um problema sério: gosta de extrapolar a sua individualidade e invadir a dos outros. O sujeito que coloca mesas e cadeiras na calçada em frente de casa, monta uma churrasqueira, vira os alto-falantes para a rua e dá uma festa, não está exercendo nenhum direito, mas invadindo o dos outros.

Ninguém é obrigado a conviver com um salão de eventos em frente de casa. Aliás, até mesmo o que você faz dentro da sua casa só é da sua conta a partir do momento em que você não incomoda os outros, saiu disso, é da conta de qualquer um.

O cidadão médio de Banânia tem uma noção estranha da realidade. Acha que se "paga suas contas" (obrigação sua, afinal quem pagaria, eu?), está automaticamente liberado para fazer qualquer coisa que não seja roubo, assalto, sequestro e homicídio.

Jogar lixo no chão, violar a lei do silêncio, privatizar uma calçada, estacionar em local proibido "rapidinho", tudo isso é "perfeitamente normal", afinal, "todo mundo faz".

Só quem já tentou estudar, assistir um filme no DVD ou simplesmente dormir enquanto algum vizinho ou algum chimpanzé de porta-malas aberto fazia algazarra tocando música alto (e geralmente música ruim) é que sabe como esse tipo de coisa pode ser insuportável.



Essa cultura do "deixa ele", do "pára de ser do contra" ou "Brasil é bagunça organizada" é, dentre tantos outros motivos, o que torna este país um lugar insuportável de se viver.

Se você chama a polícia logo é taxado de "exagerado" e "sem o que fazer" até pelos próprios agentes da lei, que na maioria das vezes vão te tratar como alguém que está "de frescura". O normal é aturar uma berraria nos ouvidos, um alarido de gente gritando, palavrões em altos brados e batuque na cabeça até que os digníssimos mal-educados se cansem e te deixem em paz.

A rua não é extensão da casa de ninguém, mesmo que seja a calçada imediatamente em frente a esta, e os ouvidos dos outros não são penico. Nem sempre o que você gosta todo mundo gosta e ninguém é obrigado a aturar o seu barulho, não interessa se é seu aniversário, noite de ano novo ou carnaval.

Um povo que tem a mania de prestar atenção na vida um do outro e que faz da fofoca esporte nacional deveria se perguntar de vez em quando o que o vizinho acha de certos comportamentos, o que será que falam pelas suas costas.

Afinal ninguém "paga as suas contas", mas não é por isso que você precisa passar a vida pagando mico e achando que está arrebentando.

Vergonha alheia é muito legal, mas vergonha própria é melhor ainda, não ocupa espaço e anda escassa no país tropical.

Link da notícia: http://www.portalk3.com.br/Artigo/regiao/cansado-homem-usa-trator-eacaba-com-baile-funk
 
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